domingo, 26 de maio de 2013

Quem se aproxima da Igreja deve encontrar portas abertas e não fiscais da fé

25-05-2013
homilia, Papa Francisco

Na missa desta manhã na Capela da Casa de Santa Marta o Papa Francisco refletiu na sua homilia, através do Evangelho do dia, sobre a abertura e disponibilidade que devemos ter enquanto crentes, em particular os sacerdotes, enquanto facilitadores da fé. No Evangelho Cristo chama a atenção dos discípulos para o fato de estes estarem a afastar as crianças que as pessoas levavam para o Senhor as abençoar. Jesus tocava em todos, a todos recebia e abraçava. E o Santo Padre até contou uma pequena história:

“Recordo que uma vez, saindo da cidade de Salta, no dia da Festa do Padroeiro, estava uma senhora que pedia a um padre uma bênção. Este disse-lhe que ela já tinha estado na missa e, então, explicou-lhe toda a teologia da bênção existente na missa. Ela respondeu: Ah muito obrigado. O padre foi-se embora e ela dirigiu-se logo a outro padre para lhe pedir uma bênção, pois, ela tinha outra necessidade a de ser tocada pelo Senhor. Esta é a fé que encontramos sempre e esta fé é suscitada pelo Espírito Santo. Nós devemos facilitá-la, fazê-la crescer, ajudá-la a crescer.”

O Papa citou depois o episódio do cego de Jericó que gritava por Jesus. E as pessoas não queriam que ele gritasse pois ia contra o as normas, as regras, enfim o protocolo. E recordou que quantas vezes quando numa paróquia as pessoas são acolhidas friamente , mesmo por leigos, em muitos casos quase tecnicamente, sem que suscite a quem acolhe uma reacção de alegria perante um irmão na fé que ali se apresenta para celebrar um baptismo, um matrimónio ou fazer uma inscrição na catequese. Apropriamo-nos um pouco do Senhor e os outros que sigam as nossas regras… O Santo Padre a terminar deu um outros exemplo:

“ Pensai numa mãe-solteira que vai à Igreja, à paróquia e diz ao secretário: Quero batizar o meu menino. E quem a acolhe diz-lhe: Não tu não podes porque não estás casada. Atentemos que esta rapariga que teve a coragem de continuar com uma gravidez o que é que encontra? Uma porta fechada. Isto não é zelo! Afasta as pessoas do Senhor! Não abre as portas! E assim quando nós seguimos este caminho e esta atitude, não estamos o bem às pessoas, ao Povo de Deus. Jesus instituiu 7 sacramentos e nós com esta atitude instituímos o oitavo: o sacramento da alfândega pastoral.”
Comunidade Shalon
ABRA-TE A RESTAURAÇÃO
Aconteceu a  na noite de 24/05 a Santa Missa com o Padre Roger da Canção Nova
na Praça Carlos Sampaio Filho em Penápolis. Foram momentos de muitas bençãos e curas para os corações dos que ali estavam presentes. 
Deus confirme no coração de cada um suas bençãos e curas.
Algumas fotos da Missa:












quarta-feira, 22 de maio de 2013


Vida de Santa Rita de Cássia  
                     
          Ela nasceu, na Itália, a 22 de maio de 1381, na região da Úmbria, num  lugarejo chamado, naquele tempo, Roca Porena. Seus pais, Antônio e Amada Mancini, já idosos, rogavam a Deus a vinda de um filho. Nasceu-lhes a pequena Margherita, daí sua abreviatura: Rita.
          Educada, com muito esmêro cristão, Rita passou sua infância e sua juventude, auxiliando seus pais na lavoura. Recém-nascida e sempre colocada num cesto, que fazia às vezes de berço,  no próprio campo, certa vez foi encontrada envolta de abelhas brancas que lhe pousavam na face, sem ferí-la. Quando jovem casou-se com Paulo Fernando. Tiveram dois filhos:  João Tiago e Paulo Maria. O marido,  de gênio forte e colérico, maltratou-a muitas vezes. Rita, graças à bondade de coração e às suas preces, conseguiu convertê-lo para Deus. Ele morreu assassinado, vítima de lutas políticas de época. Os filhos, jovens, quiseram vingar a morte do pai. Rita, preferindo vê-los mortos que transgredindo a lei divina, pediu a Deus que os levasse para o céu  antes de se mancharem com aquele crime. Morreram ambos, dizimados por uma peste que arrasou a Europa naquela  época.
          Viúva e sem filhos,  Rita  dedicou-se ao socorro dos pobres e enfermos, ajudando a uns  e outros, com alimento, visita, conforto e trabalho. Sentindo o chamado de Deus, procurou o Convento das Irmãs Agostinianas de Santa Maria Madalena, em Cássia, para tornar-se religiosa. As regras daquele tempo impediam o ingresso de viúvas. Certa vez, madrugada ainda, Rita foi encontrada pelas freiras, rezando na capela do Mosteiro, com portas e janelas fechadas. A Madre Superiora viu naquele fato um desígnio  do céu e admitiu-a como Irmã. Para provar sua vontade, mandou que regasse diariamente, um ramo seco de videira.  Com o tempo, o ramo verdejou e floresceu numa viçosa videira.
          Um dia, rezando perante o crucifixo, pediu a Cristo a graça de sofrer com Ele. Um espinho desprendeu-se da imagem e fincou-se-lhe na fronte, abrindo uma chaga dolorosa e purulenta, que durante mais de quinze anos a fez sofrer muito. Em 1450 ano santo, desejando ir a Roma, com suas companheiras de hábito e não o podendo por causa da chaga na fronte, Rita a Deus pediu esta graça e a chaga fechou-se, tornando-se a abrir quando de volta ao Convento. Muito jejum, muita penitência, muita oração eram sua maneira de viver. Gravemente enferma, vivendo num pobre catre, no fundo de uma humilde cela, Rita recebeu a visita de sua prima. Pediu a esta que fosse até Roca Porena e lá em sua antiga casa, colhesse para ela um figo e um botão  de rosa. Era pleno inverno, tudo sepultado sobre a mais densa neve, e no entanto a prima encontrou  o figo e rosa no jardim de Rita.
          No dia 22  de maio de 1457, Rita  entregou sua bela alma a Deus. No campanário do Convento,  os sinos começaram a repicar festivamente, tangidos por mãos misteriosas.  A chaga da fronte fechou-se na mesma hora e no lugar do habitual mal cheiro que dela se exalava, passou a exalar um discreto perfume.  Tantos foram os milagres e as graças que milhares de devotos seus receberam de Deus, por intercessão sua, que ficou conhecida como a “Santa dos Impossíveis”. O Papa Leão XIII, canonizou-a no dia de Pentecostes, 24 de maio de 1900, Ano Santo.

ORAÇÃO A SANTA RITA DE CASSIA

Ó Poderosa e gloriosa Santa Rita,
eis a vossos pés uma alma desamparada que necessitando de auxílio,
a vós recorre com a doce esperança de ser atendida por vós
que tem o título de Santa dos casos impossíveis e desesperados
Ó cara Santa interessai-vos pela minha causa,
intercedei junto a Deus para que me conceda
a graça que tanto necessito (faça o pedido)
Não permitais que tenha de me afastar de vossos pés sem ser atendido.
Se houver em mim algum obstáculo que me impessa 
de alcançar a graça que imploro, auxiliai-me para que o afaste
Envlovei o meu pedido em vossos preciosos méritos
e apresentai-o a vosso celeste esposo, Jesus, em união com a vossa prece.
Ó Santa Rita, eu ponho em vóstoda a minha cionfiança
Por vosso intermédio, espero tranquilamente a graça que vos peço
Santa Rita, advogada dos impossíveis, rogai por nós.


 Paróquia Santa Rita de Cássia
 Planaltina DF

terça-feira, 21 de maio de 2013

Vigília de Pentecostes na 

Paróquia de Santa Clara






VIGÍLIA DE PENTECOSTES EM ROMA

Quem acompanhou a vigília Pentecostes, na Praça S. Pedro, não pôde ficar indiferente às palavras de Francisco. Eis as mais contundentes:
"Quando damos esmola, olhamos nos olhos de quem a pede? Tocamos a sua mão ou lançamos a moeda? A pobreza, para nós cristãos, não é uma categoria sociológica ou filosófica ou cultural: é uma categoria teologal."
"Se os investimentos nos bancos caem, é uma tragédia. Mas se as pessoas morrem de fome, não têm o que comer ou não têm saúde, não é um problema! Esta é a nossa crise de hoje! E o testemunho de uma Igreja pobre para os pobres vai contra esta mentalidade."
Rádio Vaticana
SEGUE ALGUMAS FOTOS DA VIGÍLIA









MISSA DE CURA E LIBERTAÇÃO EM NOSSA PARÓQUIA
Clique na imagem para ampliar

                                             A Festa de Pentecostes



A origem do Pentecostes vem do Antigo Testamento, uma celebração da colheita (Êxodo 23, 14), dia de alegria e ação de graças, portanto, uma festa agrária. Nesta, o povo oferecia a Deus os primeiros frutos que a terra tinha produzido. Mais tarde, tornou-se também a festa da renovação da Aliança do Sinai (Ex 19, 1-16).
Pentecostes, do grego, pentekosté, é o qüinquagésimo dia após a Páscoa. Comemora-se o envio do Espírito Santo à Igreja. A partir da Ascensão de Cristo, os discípulos e a comunidade não tinham mais a presença física do Mestre. Em cumprimento à promessa de Jesus, o Espírito foi enviado sobre os apóstolos. Dessa forma, Cristo continua presente na Igreja, que é continuadora da sua missão.

No Novo Testamento, o Pentecostes está relatado no livro dos Atos dos Apóstolos 2, 1-13. Como era costume, os discípulos, juntamente com Maria, mãe de Jesus, estavam reunidos para a celebração do Pentecostes judaico. De acordo com o relato, durante a celebração, ouviu-se um ruído, "como se soprasse um vento impetuoso". "Línguas de fogo" pousaram sobre os apóstolos e todos ficaram repletos do Espírito Santo e começaram a falar em diversas línguas.


Pentecostes é a coroação da Páscoa de Cristo. Nele, acontece a plenificação da Páscoa, pois a vinda do Espírito sobre os discípulos manifesta a riqueza da vida nova do Ressuscitado no coração, na vida e na missão dos discípulos.

Podemos notar a importância de Pentecostes nas palavras do Patriarca Atenágoras (1948-1972): "Sem o Espírito Santo, Deus está distante, o Cristo permanece no passado, o evangelho uma letra morta, a Igreja uma simples organização, a autoridade um poder, a missão uma propaganda, o culto um arcaísmo, e a ação moral uma ação de escravos". O Espírito traz presente o Ressuscitado à sua Igreja e lhe garante a vida e a eficácia da missão.

Dada sua importância, a celebração do Domingo de Pentecostes inicia-se com uma vigília, no sábado. É a preparação para a vinda do Espírito Santo, que comunica seus dons à Igreja nascente.

O Pentecostes é, portanto, a celebração da efusão do Espírito Santo. Os sinais externos, descritos no livro dos Atos dos Apóstolos, são uma confirmação da descida do Espírito: ruídos vindos do céu, vento forte e chamas de fogo. Para os cristãos, o Pentecostes marca o nascimento da Igreja e sua vocação para a missão universal.

Fonte:http://www.comshalom.org

segunda-feira, 13 de maio de 2013

SOUC 2013 - O que Deus exige de nós?

Uma mulher, um véu, uma boca velada, um olhar firme. Essa é a imagem da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos 2013. Inicialmente, a imagem provoca uma certa antipatia, principalmente quando se leva em conta a situação vivida pelas mulheres em nosso  continente.  
 
Não são necessárias imagens que reforcem a situação de silêncio das mulheres, ainda mais no contexto de celebração ecumênica.  Queremos imagens de mulheres ativas, guerreiras, com voz forte. Chega de mulheres silenciadas! Chega de legitimação religiosa para o silêncio das mulheres.
 
No entanto, o Grupo Ecumênico da Índia que preparou a Semana deste ano, desafia para que olhemos diretamente para os grupos silenciados, tanto por dogmas religiosos, quanto por questões econômicas e políticas. Quem são as pessoas sobre as quais o sistema social, econômico e religioso impõe véus e silencia vozes?  Qual é a exigência feita por Deus a nós diante destes silêncios?
 
É cômodo e confortante termos nossos olhos agraciados com imagens que expressam esperança, superação de conflitos, terra dividida, mulheres e homens com direitos reconhecidos, as diferentes etnias em harmonia, o diálogo inter-religioso frutificado. 
 
Desconfortante é quando somos confrontados com imagens e sons que nos provocam a enxergar a realidade tal como ela é, ou seja, marcada por conflitos, desarmonia, exclusão, violência, competição e acumulo de riquezas. 
 
Nossa mulher velada nos dirige um olhar firme. Ela nos provoca a identificarmos, entre nós, quem são os grupos silenciados. Para onde estes grupos estão olhando? Quais os questionamentos que nos fazem desvelar a realidade? Este é o desafio. Não tapar nossos ouvidos para impedir que a fala destes irmãos e irmãs excluídos chegue até nós. Talvez uma das exigências que Deus faz a nós é a de que identifiquemos os véus que encobrem a existência da rica diversidade da criação. Outra exigência é que identifiquemos os véus que colocamos em nossos olhos para não ver e conviver com o que nos desestabiliza.
 
Em 2012 fomos provocados pelo grito dos indígenas Guarani e Kaiowá que denunciaram a exploração e a completa falta de esperança vivida por eles. Este grito escandalizou, porque desvelou uma realidade que não queremos ver. Deus exige de nós que olhemos e ouçamos o que não queremos. Esta exigência da fé é necessária para que a transformação se concretize em forma de direitos  humanos, sociais, ambientais, religiosos e econômicos.
 
Que ao longo da semana possamos levantar véus para no final, as vozes silenciadas expressarem em uníssono sua existência. 
                                                                                                                               CONIC


A busca da unidade ao longo de todo o ano


Promovida mundialmente pelo Conselho Pontífice para Unidade dos Cristãos (CPUC) e pelo Conselho Mundial de Igrejas (CMI), a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos (SOUC) acontece em períodos diferentes nos dois hemisférios. 

No hemisfério norte, o período tradicional para a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos (SOUC) é de 18 a 25 de janeiro. Essas datas foram propostas em 1908, por Paul Watson, pois cobriam o tempo entre as festas de São Pedro e São Paulo, e tinham, portanto, um significado simbólico.

No hemisfério Sul, por sua vez, as Igrejas geralmente celebram a Semana de Oração no período de Pentecostes (como foi sugerido pelo movimento Fé e Ordem, em 1926), que também é um momento simbólico para a unidade da Igreja. No Brasil, o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC) lidera e coordena as iniciativas para a celebração da Semana em diversos estados.

Levando em conta essa flexibilidade no que diz respeito à data, estimulamos a todos os cristãos, ao longo do ano, a expressar o grau de comunhão que as Igrejas já atingiram e a orar juntos por uma unidade cada vez mais plena, que é desejo do próprio Cristo. (Jo 17:21)

CONIC  - Conselho Nacional de Igrejas Cristãs

       Oração poderosa - Nossa Senhora de Fátima

Com esta oração, que pode ser personalizada como nosso coração mandar, várias graças já foram obtidas.
É preciso ter fé, muita fé.

Santíssima Virgem,
que nos montes de Fátima
vos dignastes revelar a três pastorinhosos
tesouros de graças
contidos na prática do vosso santo Rosário,
incuti profundamente em nossa alma
o apreço em que devemos ter esta devoção,
a vós tão querida,
a fim de que, meditando os mistérios da Redenção,
que neles se comemoram,
nos aproveitemos de seus preciosos frutos
e alcancemos a graça (............................)
que vos pedimos,
se for para a glória de Deus
e proveito de nossas almas.
Assim seja.
Pai-nosso, Ave-Maria, Glória ao Pai.